
-Rodriguez, trouxeste os binóculos que eram do papá?
- Não.
- QUE ASNO! Quer dizer, que asno!!!!! Vais já busca-los.
- Porque é que estamos a falar baixinho?
- Estamos a ver se o plano corre bem, lembras-te? A Odette...
- É agora??
-shhhhhhhhh!!!!
- Desculpa! É agora?
- Claro! Se não passasses o tempo todo a dormir sabias que era agora! Vá, vai lá num instante buscar os binóculos.
- Olha, amori, lá vem ao longe a Odette barra Guadalupe...
- Rodriguez, vaaaaaaaaaai!- E lá foi ele de uma vez por todas. Odio, odio, odio a todos os Rodriguez deste mundo! Na verdade não deveríamos estar a espiar a moça, mas tenho um pressentimento ruín e quando Morgana tem um pensamento ruín, alguma coisa vai acontecer. Não disse nada à rapariga porque ela estava tão entusiasmada, parece mesmo que ela gosta do Alan, aquele moço todo bem feitinho. Estava eu muito bem escondida no meio da praça que dá para a praia quando eu avistei algo!
- Amori! Olha ali a velha costureira!
-Cala-te Rodriguez! Olha! Está ali a velha costureira!
- Foi o que eu...
- Shhhhhh! Os binóculos, rápido! Lesma!- Foi então que vi a mãe do famosos Alan. Estava a espiar a situação, mas que mulher mais cusca, santo Deus. Se ela faz alguma coisa...Oh, não...Ela vai a descer as escadas, ela vai ter com eles, ela vai arruinar tudo!
-Bem tu dizias, amori, que alguma coisa não ia dar certo.
- Cala-te. Epa...trouxes-te a tua ocarina?
- Anda sempre comigo metida nas ceroulas! Tu sabes...
- Boa! Anda comigo, vamos dar espetáculo ali para aquela cusca.
- Amori, podemos parar de falar baixo?
- Pode ser, anda!- E lá fomos nós. Descemos as escadas mais rápido que a velha e num intervalo de um lance de escadas o Rodriguez lançou o seu chapéu para o chão, começou a tocar a sua ocarina e a bater o pé, e eu agarrei nas minhas saias e começei a dançar. A mulher não tinha escapatória, nós estavamos a tapar o caminho.
- Saia da frente!- dizia ela, enquanto eu dançava à sua volta, impedindo-a de avançar- Ciganos! Só podia! Não trouxe dinheiro! Mas isto agora é uma praga de ciganos? Deixe-me passar!- Dizia ela lutando entre os meus passos magnificos, diga-se de passagem, e as minhas mãos e os meus cabelos que voavam ao vento e lhe faziam confusão. Mas a velha estava mesmo decidia a passar e atirou-me literalmente para o chão!
- Rodrguez! Corre!- Ordenei que o Rodriguez corresse- Vai! Tens de a deter!- Ele não largou a ocarina, gerou-se uma situação de tensão...- Vai, Rodriguez, vai! Eu fico bem!...Vai, tens de a deter! Vai!...Vai! Vai...Vai!!! VAI RODRIGUEZ QUE ASNO QUE HORROR, CORRE HOMEM!- E lá foi ele. Enquanto corria, e tinha a ocarina na boca, ao respirar fazia pequenos sons com a mesma, era lindo. Só que como o Rodriguez nunca pensa nas coisas lançou-se à mulher, agarrou-a pelas pernas, e,degrau a degrau, cairam da escadaria e estatelaram-se os dois lá em baixo todos enrrolados no meio de gritos de desespero da madame velha e dos ginchos da ocarina do Rodriguez, que a agarrou com os dentes, sem a deixar cair da boca. "Mataram-se", pensei eu. Mas não, a velha estava inanimada e o Rodriguez estava em cima dela, sem um arranhão. Curiosamente esta cena toda não despertou a atenção dos três jovens da praia, a Jaqueline, o Alan, e a Guadalupe. Eles continuaram a falar, sem ouvir nada. O vento, o vento ajudou-nos muito! Oh! Grande elemento! Estava a soprar para o lado contrario ao da desgraça da escadaria e, por isso, todos os gritos da velha foram abafados e levados para o lado posto, assim como os sons da ocarina do Rodriguez. Desci as escadas e fui ter com os desgraçados.
- Bom trabalho, Rodriguez!
- A sério? A sério?? Achas que fiz bem?
- Matas-te a velha! Achas que fizes-te bem??
- Ah...
- Vai chamar alguém...Vai!- E lá foi ele- Oh, madame acorde lá se faz favor para nos poupar chatices...Madame- e dava-lhe suaves pancadinhas na cara. Entretanto ia olhando para os três moços. Deus queira que a Odette não se esqueça do que tem para dizer. Naquele momento ainda estavam os três, ou seja, nada tinha acontecido- Oh, pxtó! Madameeee!!- Comecei a abana-la- Queres ver que se finou?
- Finou?? Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaao- Era a rapariga, a Edith.
- Rodriguez...trazes-me esta outra asna??- Ele encolheu os ombros e disse que não tinha visto mais ninguém.
- Oh! O Alan! Vou chama-lo!- disse a Edith.
- Eh, eh, eh!! Vamos lá a estar quietinha! Não vai chamar nada o Alan, então não vê que o rapaz está ali a...namoriscar?
- Mas ele é filho dela, por Dieu!
- Sim, está bem mas...- e bastou-me olhar para a cara da moça para...- Vá antes ali ao barco, andava ali um moço no convés, forte, robusto, é capaz de ajudar.- A moça concentiu, até porque lhe cheirava ir lá, e subiu as escadas.
- E agora, amori?
- Agora, Rodriguez? Agora remendas o que fizeste! Vá, pega na velha.
- Mas não era melhor chamar o filho dela? Ele está mesmo ali...
- Pega na velha, já disse!- Ele pegou e subimos as escadas. Mal chegamos ao topo um homem da vila disponibilizou-se a leva-la ao posto médico e lá foram. Olhei para a praia, tinha conseguido impedir que a velha estragasse tudo. A Odette/ Guadalupe falava agora com o Alan, já sozinhos.
- Vamos para casa, amori?
- Vamos, agora podemos ir, Rodriguez...- No caminho para casa deu-me um enjoo horrivel. O Rodriguez levou-me ao colo meio caminho porque não me continha nas pernas. Foi aquele chá de prepétuas roxas, só pode ter sido isso...
- Não.
- QUE ASNO! Quer dizer, que asno!!!!! Vais já busca-los.
- Porque é que estamos a falar baixinho?
- Estamos a ver se o plano corre bem, lembras-te? A Odette...
- É agora??
-shhhhhhhhh!!!!
- Desculpa! É agora?
- Claro! Se não passasses o tempo todo a dormir sabias que era agora! Vá, vai lá num instante buscar os binóculos.
- Olha, amori, lá vem ao longe a Odette barra Guadalupe...
- Rodriguez, vaaaaaaaaaai!- E lá foi ele de uma vez por todas. Odio, odio, odio a todos os Rodriguez deste mundo! Na verdade não deveríamos estar a espiar a moça, mas tenho um pressentimento ruín e quando Morgana tem um pensamento ruín, alguma coisa vai acontecer. Não disse nada à rapariga porque ela estava tão entusiasmada, parece mesmo que ela gosta do Alan, aquele moço todo bem feitinho. Estava eu muito bem escondida no meio da praça que dá para a praia quando eu avistei algo!
- Amori! Olha ali a velha costureira!
-Cala-te Rodriguez! Olha! Está ali a velha costureira!
- Foi o que eu...
- Shhhhhh! Os binóculos, rápido! Lesma!- Foi então que vi a mãe do famosos Alan. Estava a espiar a situação, mas que mulher mais cusca, santo Deus. Se ela faz alguma coisa...Oh, não...Ela vai a descer as escadas, ela vai ter com eles, ela vai arruinar tudo!
-Bem tu dizias, amori, que alguma coisa não ia dar certo.
- Cala-te. Epa...trouxes-te a tua ocarina?
- Anda sempre comigo metida nas ceroulas! Tu sabes...
- Boa! Anda comigo, vamos dar espetáculo ali para aquela cusca.
- Amori, podemos parar de falar baixo?
- Pode ser, anda!- E lá fomos nós. Descemos as escadas mais rápido que a velha e num intervalo de um lance de escadas o Rodriguez lançou o seu chapéu para o chão, começou a tocar a sua ocarina e a bater o pé, e eu agarrei nas minhas saias e começei a dançar. A mulher não tinha escapatória, nós estavamos a tapar o caminho.
- Saia da frente!- dizia ela, enquanto eu dançava à sua volta, impedindo-a de avançar- Ciganos! Só podia! Não trouxe dinheiro! Mas isto agora é uma praga de ciganos? Deixe-me passar!- Dizia ela lutando entre os meus passos magnificos, diga-se de passagem, e as minhas mãos e os meus cabelos que voavam ao vento e lhe faziam confusão. Mas a velha estava mesmo decidia a passar e atirou-me literalmente para o chão!
- Rodrguez! Corre!- Ordenei que o Rodriguez corresse- Vai! Tens de a deter!- Ele não largou a ocarina, gerou-se uma situação de tensão...- Vai, Rodriguez, vai! Eu fico bem!...Vai, tens de a deter! Vai!...Vai! Vai...Vai!!! VAI RODRIGUEZ QUE ASNO QUE HORROR, CORRE HOMEM!- E lá foi ele. Enquanto corria, e tinha a ocarina na boca, ao respirar fazia pequenos sons com a mesma, era lindo. Só que como o Rodriguez nunca pensa nas coisas lançou-se à mulher, agarrou-a pelas pernas, e,degrau a degrau, cairam da escadaria e estatelaram-se os dois lá em baixo todos enrrolados no meio de gritos de desespero da madame velha e dos ginchos da ocarina do Rodriguez, que a agarrou com os dentes, sem a deixar cair da boca. "Mataram-se", pensei eu. Mas não, a velha estava inanimada e o Rodriguez estava em cima dela, sem um arranhão. Curiosamente esta cena toda não despertou a atenção dos três jovens da praia, a Jaqueline, o Alan, e a Guadalupe. Eles continuaram a falar, sem ouvir nada. O vento, o vento ajudou-nos muito! Oh! Grande elemento! Estava a soprar para o lado contrario ao da desgraça da escadaria e, por isso, todos os gritos da velha foram abafados e levados para o lado posto, assim como os sons da ocarina do Rodriguez. Desci as escadas e fui ter com os desgraçados.
- Bom trabalho, Rodriguez!
- A sério? A sério?? Achas que fiz bem?
- Matas-te a velha! Achas que fizes-te bem??
- Ah...
- Vai chamar alguém...Vai!- E lá foi ele- Oh, madame acorde lá se faz favor para nos poupar chatices...Madame- e dava-lhe suaves pancadinhas na cara. Entretanto ia olhando para os três moços. Deus queira que a Odette não se esqueça do que tem para dizer. Naquele momento ainda estavam os três, ou seja, nada tinha acontecido- Oh, pxtó! Madameeee!!- Comecei a abana-la- Queres ver que se finou?
- Finou?? Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaao- Era a rapariga, a Edith.
- Rodriguez...trazes-me esta outra asna??- Ele encolheu os ombros e disse que não tinha visto mais ninguém.
- Oh! O Alan! Vou chama-lo!- disse a Edith.
- Eh, eh, eh!! Vamos lá a estar quietinha! Não vai chamar nada o Alan, então não vê que o rapaz está ali a...namoriscar?
- Mas ele é filho dela, por Dieu!
- Sim, está bem mas...- e bastou-me olhar para a cara da moça para...- Vá antes ali ao barco, andava ali um moço no convés, forte, robusto, é capaz de ajudar.- A moça concentiu, até porque lhe cheirava ir lá, e subiu as escadas.
- E agora, amori?
- Agora, Rodriguez? Agora remendas o que fizeste! Vá, pega na velha.
- Mas não era melhor chamar o filho dela? Ele está mesmo ali...
- Pega na velha, já disse!- Ele pegou e subimos as escadas. Mal chegamos ao topo um homem da vila disponibilizou-se a leva-la ao posto médico e lá foram. Olhei para a praia, tinha conseguido impedir que a velha estragasse tudo. A Odette/ Guadalupe falava agora com o Alan, já sozinhos.
- Vamos para casa, amori?
- Vamos, agora podemos ir, Rodriguez...- No caminho para casa deu-me um enjoo horrivel. O Rodriguez levou-me ao colo meio caminho porque não me continha nas pernas. Foi aquele chá de prepétuas roxas, só pode ter sido isso...
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